Quando Moisés subiu aos céus para escrever determinada parte da Bíblia, o Todo Poderoso pediu para que desenhasse pequenas coroas em cima de algumas letras da Tora.
Moisés disse:
"Criador do Universo, por que colocar estas coroas?".
"Porque daqui a cem gerações, um homem chamado Akiva irá interpretar o verdadeiro significado destes desenhos".
"Mostre-me a interpretação deste homem", pediu Moisés.
O Senhor levou Moisés ao futuro e colocou-o numa das aulas do rabino Akiva.
Um aluno perguntava:
"Rabino, por que estas coroas desenhadas em cima de algumas letras?".
"Não sei", respondeu Akiva.
"E acredito que nem Moisés sabia. Mas como ele era o maior de todos os profetas, fez isto apenas para nos ensinar que, mesmo sem compreender tudo que o Senhor faz, ainda assim devemos fazer o que nos pede".
E Moisés pediu perdão ao Senhor.
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
domingo, 23 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
MEIO AMBIENTE: Aquecimento global já causa modificações em atlas
da France Presse, em Londres
Os efeitos do aquecimento global sobre as paisagens da Terra, principalmente sobre as regiões litorâneas, já são visíveis --provocando inclusive modificações nos mapas, segundo cartógrafos responsáveis pelas referências mundiais do "Atlas Completo do Mundo Times 2007".
Seus autores afirmaram nesta segunda-feira, durante o lançamento da publicação, que tiveram de redesenhar rios e mudar de classificação algumas regiões em relação à última edição de 2003.
"Podemos literalmente ver os desastres ambientais acontecerem diante de nossos olhos. Acreditamos verdadeiramente que, em um futuro próximo, famosas paisagens desaparecerão para sempre", afirmou Mick Ashworth, redator-chefe do atlas. "O contorno de certas regiões muda, como em Bangladesh. O nível do mar se eleva em 3 mm por ano, o que tem efeitos curiosos sobre a costa", indicou.
O rio Huang He (rio Amarelo), segundo maior da China, "talvez não chegue a se juntar ao mar, o que acarretará alterações na costa", completa Ashworth.
Os autores também estão preocupados com o fato de que grandes rios como o Grande e o Colorado, nos Estados Unidos, ou o Tigre, no Iraque, possam ficar sem alguns afluentes que correm o risco de secar no verão.
Outras mudanças importantes também são conseqüências da ação do homem --freqüentemente por atividades de irrigação--,como o desaparecimento de três quartos do mar de Aral em 40 anos, de 95% do lago Chade desde 1963 ou a diminuição de 25 metros do mar Morto em 50 anos.
Pelo lado positivo, os especialistas constataram que vastas extensões do pântano da Mesopotâmia, um dos maiores do mundo (situado na confluência do Tigre com o Eufrates), foram realimentadas pela água e estavam mais verdes. A água que chegava ao local havia sido drenada por Saddam Hussein. O atlas, publicado pela primeira vez em 1895, passou por mais de 20 mil atualizações.
**********************************************************
COMENTÁRIO DO JOÃO PAULO
Mais uma triste notícia sobre meio ambiente. Mais uma temerosa constatação do péssimo cuidado ambiental que estamos tendo com o nosso habitat.
Não é a primeira e nem será a última vez que vou postar aqui notícias sobre desmatamento, aquecimento global e desastres ambientais. Mas enquanto isso continuar acontecendo, vou fazer questão de deixar claro meu repúdio a esse tipo de acontecimento.
Muitos podem falar "o que adianta se as grandes nações capitalistas não reduzem suas taxas de poluição". Adianta se cada um de nós, conscientes e capazes que somos, adotarmos no dia-a-dia novos hábitos com relação ao nosso planeta. Reciclagem, emissão de gás carbônico, correto consumo de energia e água, não desmatar, entre outras coisas, são pequenos gestos que ajudaram a preservar o nosso planeta.
Quem não viu o incêndio criminoso provocado na Serra do Curral, em Belo Horizonte. Isso é um crime inaceitável. Onde está a estrutura do Estado para combater esse tipo de crime? Onde estão as investigações para se apurar culpados? E as fazendas de cana de açucar que queimam anualmente e ninguém toma qualquer medida? Vão dizer "mas queimar plantação de cana de açucar é legal". Na minha opinião não deveria ser. São tantos os exemplos de mal cuidado ambiental que ficaria linhas e mais linhas falando sobre os mesmos.
Agora são as modificações físicas que estão sendo constatadas e comprovadas. Daqui alguns anos, seremos nós os que vamos literalmente, SUMIR DO MAPA.
João Paulo
Os efeitos do aquecimento global sobre as paisagens da Terra, principalmente sobre as regiões litorâneas, já são visíveis --provocando inclusive modificações nos mapas, segundo cartógrafos responsáveis pelas referências mundiais do "Atlas Completo do Mundo Times 2007".
Seus autores afirmaram nesta segunda-feira, durante o lançamento da publicação, que tiveram de redesenhar rios e mudar de classificação algumas regiões em relação à última edição de 2003.
"Podemos literalmente ver os desastres ambientais acontecerem diante de nossos olhos. Acreditamos verdadeiramente que, em um futuro próximo, famosas paisagens desaparecerão para sempre", afirmou Mick Ashworth, redator-chefe do atlas. "O contorno de certas regiões muda, como em Bangladesh. O nível do mar se eleva em 3 mm por ano, o que tem efeitos curiosos sobre a costa", indicou.
O rio Huang He (rio Amarelo), segundo maior da China, "talvez não chegue a se juntar ao mar, o que acarretará alterações na costa", completa Ashworth.
Os autores também estão preocupados com o fato de que grandes rios como o Grande e o Colorado, nos Estados Unidos, ou o Tigre, no Iraque, possam ficar sem alguns afluentes que correm o risco de secar no verão.
Outras mudanças importantes também são conseqüências da ação do homem --freqüentemente por atividades de irrigação--,como o desaparecimento de três quartos do mar de Aral em 40 anos, de 95% do lago Chade desde 1963 ou a diminuição de 25 metros do mar Morto em 50 anos.
Pelo lado positivo, os especialistas constataram que vastas extensões do pântano da Mesopotâmia, um dos maiores do mundo (situado na confluência do Tigre com o Eufrates), foram realimentadas pela água e estavam mais verdes. A água que chegava ao local havia sido drenada por Saddam Hussein. O atlas, publicado pela primeira vez em 1895, passou por mais de 20 mil atualizações.
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COMENTÁRIO DO JOÃO PAULO
Mais uma triste notícia sobre meio ambiente. Mais uma temerosa constatação do péssimo cuidado ambiental que estamos tendo com o nosso habitat.
Não é a primeira e nem será a última vez que vou postar aqui notícias sobre desmatamento, aquecimento global e desastres ambientais. Mas enquanto isso continuar acontecendo, vou fazer questão de deixar claro meu repúdio a esse tipo de acontecimento.
Muitos podem falar "o que adianta se as grandes nações capitalistas não reduzem suas taxas de poluição". Adianta se cada um de nós, conscientes e capazes que somos, adotarmos no dia-a-dia novos hábitos com relação ao nosso planeta. Reciclagem, emissão de gás carbônico, correto consumo de energia e água, não desmatar, entre outras coisas, são pequenos gestos que ajudaram a preservar o nosso planeta.
Quem não viu o incêndio criminoso provocado na Serra do Curral, em Belo Horizonte. Isso é um crime inaceitável. Onde está a estrutura do Estado para combater esse tipo de crime? Onde estão as investigações para se apurar culpados? E as fazendas de cana de açucar que queimam anualmente e ninguém toma qualquer medida? Vão dizer "mas queimar plantação de cana de açucar é legal". Na minha opinião não deveria ser. São tantos os exemplos de mal cuidado ambiental que ficaria linhas e mais linhas falando sobre os mesmos.
Agora são as modificações físicas que estão sendo constatadas e comprovadas. Daqui alguns anos, seremos nós os que vamos literalmente, SUMIR DO MAPA.
João Paulo
domingo, 2 de setembro de 2007
A DOR PASSA, MAS A BELEZA PERMANECE
Embora Henri Matisse fosse 28 anos mais jovem que Auguste Renoir, os dois grandes pintores eram muito amigos e saíam sempre juntos.
Quando Renoir ficou confinado em casa, na ultima década de sua vida, Matisse o visitava diariamente. Quase paralítico em função da artrite e apesar dos incômodos da doença, Renoir continuou a pintar.
Um dia, quando o contemplava pintando em seu ateliê, e gemendo de dor a cada pincelada, Matisse perguntou:
- “Auguste, por que continua a pintar , com tanto sofrimento?”
Renoir respondeu simplesmente:
- “A dor passa, mas a beleza permanece”.
Até os últimos dias, Renoir levou a tinta às telas. Um de seus quadros mais famosos, “As banhistas”, foi terminado dois dias antes de sua morte, 14 anos depois que ele foi atingido pela enfermidade.
Quando Renoir ficou confinado em casa, na ultima década de sua vida, Matisse o visitava diariamente. Quase paralítico em função da artrite e apesar dos incômodos da doença, Renoir continuou a pintar.
Um dia, quando o contemplava pintando em seu ateliê, e gemendo de dor a cada pincelada, Matisse perguntou:
- “Auguste, por que continua a pintar , com tanto sofrimento?”
Renoir respondeu simplesmente:
- “A dor passa, mas a beleza permanece”.
Até os últimos dias, Renoir levou a tinta às telas. Um de seus quadros mais famosos, “As banhistas”, foi terminado dois dias antes de sua morte, 14 anos depois que ele foi atingido pela enfermidade.
terça-feira, 28 de agosto de 2007
UM DIA SEM CARRO
Dia 22 de Setembro foi a data escolhida para iniciar o movimento DIA SEM CARRO, em São Paulo.
Essa medida deveria ser copiada por outras cidades visando a conscientização da população. Cidades como Nova York adotam esse tipo de ação mensalmente. O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, determinou que os táxis sejam menos poluentes, cobra-se uma taxa para circulação de carros em Manhattan, e aumentou as áreas destinadas para ciclovias.
Imagino o quanto não se falaria se tais medidas fossem determinadas em algum cidade do Brasil. Mas é isso mesmo, aqueles que defendem o meio ambiente são criticados pelo rigor de suas decisões, mas se desta forma não for, nada muda e quem acaba pagando o preço é a natureza.
João Paulo Rodrigues
Essa medida deveria ser copiada por outras cidades visando a conscientização da população. Cidades como Nova York adotam esse tipo de ação mensalmente. O prefeito de Nova York, Michael Bloomberg, determinou que os táxis sejam menos poluentes, cobra-se uma taxa para circulação de carros em Manhattan, e aumentou as áreas destinadas para ciclovias.
Imagino o quanto não se falaria se tais medidas fossem determinadas em algum cidade do Brasil. Mas é isso mesmo, aqueles que defendem o meio ambiente são criticados pelo rigor de suas decisões, mas se desta forma não for, nada muda e quem acaba pagando o preço é a natureza.
João Paulo Rodrigues
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Mercado imobiliário aposta na ecologia
A preocupação com o meio ambiente chegou à mesa dos corretores imobiliários. Em São Paulo, cresce o número de casas e apartamentos criados com cuidado ecológico. Uma construtora lançará no mês que vem um condomínio que promete respeitar a natureza, apesar de reunir mil pessoas em suas quatro torres.
"Acreditamos que nosso papel seja um papel de melhoria da qualidade de vida das pessoas e a gente usou um processo industrial pra viabilizar um custo acessível", afirma Luiz Fernando do Valle, presidente da construtora, segundo o site Globo Online.
Todo o esgoto dos 400 banheiros será tratado dentro do próprio condomínio e usado de novo nas descargas; a água da chuva também será coletada para regar a futura horta; cuidados que podem economizar em até 30% as despesas do futuro condomínio.
Novos hábitos - Cuidados como esse, até agora mais comuns em empreendimentos de alto padrão, já chegam uma variedade maior de condomínios. Em outra unidade que começa a ser vendida no centro de São Paulo, o respeito à natureza está em toda a parte: tem churrasqueira sem carvão, torneiras com temporizador e até usar energia solar para a iluminação das áreas comuns.
O síndico de um empreendimentos de alto padrão lembra que não basta ter os equipamentos ecologicamente corretos. É preciso saber usá-los. "Tem que ter uma cultura, uma educação, constante treinamento dos proprietários e dos seus funcionários, porque a torneira verde fica ao lado da torneira normal e a água sai das duas torneiras", diz Robert Schäfer.
Nem tanto - Segundo pesquisadores de arquitetura e urbanismo, todo cuidado com a natureza é importante e bem-vindo. Mas é preciso tomar muito cuidado com as promessas "verdes" para que elas não sejam meros chamarizes na hora da venda do imóvel. E em empreendimentos onde vai viver muita gente, não basta tomar conta da ecologia só do lado de dentro dos portões.
A pesquisadora da Universidade de São Paulo lembra que grandes conjuntos residenciais sempre causam impacto na cidade, mesmo incorporando as últimas novidades ecológicas. "Sustentáveis, de forma geral, eles não são. Eles têm algumas características que são desejáveis pra você diminuir a sua agressão ao meio ambiente de forma individual", explica a urbanista Luciana Travassos.
Fonte: Globo online
Data: 14/8/2007
*************************************************
COMENTÁRIO DO JOÃO PAULO
Nada mais justo do que as mais recentes iniciativas dos mais variados setores, mas principalmente da construção civil, em querer planejar e projetar residências com materiais ecológicos.
O crescimento das cidades é inevitável, portanto, cabe a quem de direito e razão preservar a natureza através de construções cada vez mais voltadas para a ecologia.
Aproveitamento de água da chuva, uso de captadores de energia solar, tijolo ecológico, e muitas outras medidas são cada vez mais comuns e precisam e devem ser incentivadas pelos governos municipais e estaduais obrigando as novas construções, residenciais ou comerciais, a partir de uma determinada faixa de tamanho de construção e lote, a utilizar técnicas de construção que observam a preservação ecológica.
Aos poucos, todos iremos trabalhar para desenvolver e preservar.
"Acreditamos que nosso papel seja um papel de melhoria da qualidade de vida das pessoas e a gente usou um processo industrial pra viabilizar um custo acessível", afirma Luiz Fernando do Valle, presidente da construtora, segundo o site Globo Online.
Todo o esgoto dos 400 banheiros será tratado dentro do próprio condomínio e usado de novo nas descargas; a água da chuva também será coletada para regar a futura horta; cuidados que podem economizar em até 30% as despesas do futuro condomínio.
Novos hábitos - Cuidados como esse, até agora mais comuns em empreendimentos de alto padrão, já chegam uma variedade maior de condomínios. Em outra unidade que começa a ser vendida no centro de São Paulo, o respeito à natureza está em toda a parte: tem churrasqueira sem carvão, torneiras com temporizador e até usar energia solar para a iluminação das áreas comuns.
O síndico de um empreendimentos de alto padrão lembra que não basta ter os equipamentos ecologicamente corretos. É preciso saber usá-los. "Tem que ter uma cultura, uma educação, constante treinamento dos proprietários e dos seus funcionários, porque a torneira verde fica ao lado da torneira normal e a água sai das duas torneiras", diz Robert Schäfer.
Nem tanto - Segundo pesquisadores de arquitetura e urbanismo, todo cuidado com a natureza é importante e bem-vindo. Mas é preciso tomar muito cuidado com as promessas "verdes" para que elas não sejam meros chamarizes na hora da venda do imóvel. E em empreendimentos onde vai viver muita gente, não basta tomar conta da ecologia só do lado de dentro dos portões.
A pesquisadora da Universidade de São Paulo lembra que grandes conjuntos residenciais sempre causam impacto na cidade, mesmo incorporando as últimas novidades ecológicas. "Sustentáveis, de forma geral, eles não são. Eles têm algumas características que são desejáveis pra você diminuir a sua agressão ao meio ambiente de forma individual", explica a urbanista Luciana Travassos.
Fonte: Globo online
Data: 14/8/2007
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COMENTÁRIO DO JOÃO PAULO
Nada mais justo do que as mais recentes iniciativas dos mais variados setores, mas principalmente da construção civil, em querer planejar e projetar residências com materiais ecológicos.
O crescimento das cidades é inevitável, portanto, cabe a quem de direito e razão preservar a natureza através de construções cada vez mais voltadas para a ecologia.
Aproveitamento de água da chuva, uso de captadores de energia solar, tijolo ecológico, e muitas outras medidas são cada vez mais comuns e precisam e devem ser incentivadas pelos governos municipais e estaduais obrigando as novas construções, residenciais ou comerciais, a partir de uma determinada faixa de tamanho de construção e lote, a utilizar técnicas de construção que observam a preservação ecológica.
Aos poucos, todos iremos trabalhar para desenvolver e preservar.
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